Meus olhos pararam diante do espelho: havia um jardim à minha frente. Lentamente, entrei naquele lugar cheio de boas lembranças e tão familiar. No entanto, tudo havia mudado: o céu estava cinza, as flores murchas, os passeios cheios de folhas secas, os bancos quebrados, não havia ninguém mais lá... era um jardim abandonado.
Na minha memória, veio o tempo em que eu passeava ali, e aquele lugar era cheio de flores de cores vivas, havia um cheiro gostoso no ar, crianças brincavam inocentes, corriam e gargalhavam nos gramados verdes e caminhos de pedra. O ceú estava sempre muito azul com nuvens brancas de algodão; tudo ali era limpo e bem cuidado.
Lembrei, finalmente, que eu era o jardineiro. Era meu aquele jardim, minha responsabilidade. E agora, tudo aquilo que construí no passado estava destruído. Engraçado como os insetos se aproveitam de nosso descuido para causar um enorme estrago! E há tantos insetos em nossa volta, devorando nossos jardins, que mal percebemos o quanto de mal eles podem fazer.
No centro do jardim, havia uma casinha. Nos tempos passados, paredes brancas e flores nas janelas; atualmente, paredes descascadas, mofo, vidraças quebradas... bati à porta, mas ninguém atendeu. A casa, assim como o jardim, também estava abandonada. Mesmo assim, resolvi insistir... continuei batendo e chamando pelo dono. Ninguém respondeu!
Na minha memória, veio o tempo em que eu passeava ali, e aquele lugar era cheio de flores de cores vivas, havia um cheiro gostoso no ar, crianças brincavam inocentes, corriam e gargalhavam nos gramados verdes e caminhos de pedra. O ceú estava sempre muito azul com nuvens brancas de algodão; tudo ali era limpo e bem cuidado.
Lembrei, finalmente, que eu era o jardineiro. Era meu aquele jardim, minha responsabilidade. E agora, tudo aquilo que construí no passado estava destruído. Engraçado como os insetos se aproveitam de nosso descuido para causar um enorme estrago! E há tantos insetos em nossa volta, devorando nossos jardins, que mal percebemos o quanto de mal eles podem fazer.
No centro do jardim, havia uma casinha. Nos tempos passados, paredes brancas e flores nas janelas; atualmente, paredes descascadas, mofo, vidraças quebradas... bati à porta, mas ninguém atendeu. A casa, assim como o jardim, também estava abandonada. Mesmo assim, resolvi insistir... continuei batendo e chamando pelo dono. Ninguém respondeu!
Como é triste ver um lugar que era tão bonito e cheio de vida se transformar num espaço frio e solitário. Decidi, então, que todas as manhãs vou entrar nesse jardim, cuidar das plantas, afastar os insetos, limpar as folhas secas e, principalmente, todos os dias, vou bater à porta e chamar pelo dono da casa, até que alguém apareça. Um jardim tão lindo quanto aquele não pode ficar abandonado.





